Breaking Bad: como é bom assistir uma longa estória e não se decepcionar no fim


Eu, enfim, consegui terminar de assistir Breaking Bad. E eu posso dizer, com absoluta tranquilidade, que foi uma das melhores coisas que eu já assisti na vida. Sem exagero.


Demorei prá terminar com a série por dois motivos: quando os últimos episódios foram ao ar, ainda não tinha no Netflix (sim, aquilo vicia). E eu confesso que estava com medo de assistir o fim da série.

Esse medo é mais justificado pela empatia que a gente normalmente cria com esse ou aquele personagem. Nesse caso, a dupla Walter White e Jesse Pinkman (os atores Bryan Cranston e Aaron Paul, respectivamente) não só levaram a série no peito, como também souberam dividir a cena com excelentes atores coadjuvantes, que de coadjuvantes, só tinham o posto.

Aliás, Breaking Bad foi uma série feita “com carinho”, desde a produção, fotografia, roteiro e com um (de novo, sem exagero) ESPETÁCULO de vários atores. Sabe quando o ator ou a atriz conseguem te passar o sentimento exato da cena? Não é você perceber que a atuação está boa, o ator ou atriz parecem estar realmente sentindo aquilo que a cena mostra. É VOCÊ sentir constrangimento, medo, vergonha etc, em cenas que mostram estas situações. VOCÊ é transportado prá cena, no lugar daquele personagem.

E isso Breaking Bad fez muito bem!

Desnecessário ficar me alongando em adjetivos positivos, pois muita gente falou bem da série por toda a internet. É série obrigatória de qualquer pessoa que gosta de uma estória bem contada. Confesso que dei aquela “suada nozóio” no fim, mas nem era de tristeza pelo fim, ou pelo destino de alguns personagens, mas pelo fato de ter assistido algo realmente muito bom.

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